sexta-feira, 19 de agosto de 2011

O descobrimento de cada manhã


Como eterno aprendiz do mundo e de sua vida, o que mais me encanta é descobrir o que é o amor de uma forma nunca antes imaginada por mim. Isso demonstra que não existem regras e que aquilo que acreditamos não é conclusivo. Explica também que as coisas estão em eterna transformação e que assim permaneço para ser surpreendido a cada manhã quando acordo e te desejo ao meu lado.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Alma gêmea não. Alma complementar.





"Ser amado de graça não tem preço. É a homenagem mais bacana que uma pessoa pode nos fazer. Você está ali, na vida (no trabalho, na balada, nas férias, no churrasco, na casa do amigo) e a pessoa simplesmente gosta de você. Ou você se aproxima com uma conversa fiada e ela recebe esse gesto de braços abertos. O que pode ser melhor do que isso? O que pode ser melhor do que ser gostado por aquilo que se é – sem truques, sem jogos de sedução, sem premeditações? Neste momento eu não consigo me lembrar de nada."
Ivan Martins, Revista Época - Editora Globo.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Laranja com casca


Se tem uma coisa que acontece com a gente
Quanto estamos habitando nosso coração
É achar graça em quase tudo que vemos

Reparamos em cada particularidade do outro
E nomeamos como seu dono aquele que a cometeu
Como se ninguém mais no mundo pudesse fazer o mesmo

Passa então a ser aquilo
Sinônimo da pessoa amada
E sempre que vemos por aí o mesmo
De alguma forma estamos junto do nosso amor

Eu aprendi que tem gente
Que descasca laranja com o dedo
Como se fosse uma mexirica
Mas isso até agora eu não vi por aí

quarta-feira, 1 de junho de 2011

O mar de hoje


Pelo mar eu te mando o que sinto
Pelo mar eu me vejo ao seu lado
Comigo mesmo passo horas conversando
Com você passo meus dias mais lindos
Mesmo que pelo mar

quinta-feira, 5 de maio de 2011

1 + 1

Eu posso fazer tudo o que quiser sozinho. Posso lutar, conquistar, fazer sorrir e alegrar. Mas sei que em alguns momentos, como antes de deitar, irei olhar as estrelas e sentir a falta de um amor. E sei que com esse amor, ainda assim posso fazer tudo o que quiser, porém, muito mais forte e melhor.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

A casa de Paulina


Para quase tudo que olha, imagina e cria. A pequena casinha de madeira no alto da árvore com janelinhas sujas pelo tempo não permitem enxergar o seu interior por completo. O embassado dos vidrinhos revela silhuetas de objetos e amontoados de velharias. Dalí percebe-se então a pequena criança em seu vestidinho, tão inho quanto a casinha, a janelinha e as cortininhas, criando brinquedos, em seu universo tão particular. Restos de abajur, louças, tecidos e canivetes. Nada escapa, tudo vira seus brinquedos.